domingo, 20 de maio de 2012

O CASTELO EM IMAGENS 2012



_O CASTELO EM IMAGENS – 2012
Texto de Apresentação
Faz dez anos este pequeno festival de cinema, “O Castelo em Imagens”, que nasceu da ideia de homenagear e sublinhar a importância histórica, social, cultural, artística e cinematográfica do “castelo”. Algo que este ano, nos apraz registar, foi seguido por Guimarães, Capital Europeia da Cultura, que desde o dia 7 de Abril, numa iniciativa a que deu o nome “O Castelo em 3 Actos”, um projecto de Paulo Cunha e Silva em volta do símbolo mais mediático de Guimarães, salientou igualmente a simbologia do seu castelo através de diversas manifestações artísticas a que não faltou o cinema. Interessante verificar esta convergência de intenções.
No ano passado, referimos que este “O Castelo em Imagens” “emanou de um conjunto de vontades com interesses comuns à volta das muralhas de um castelo (o de Portel), de todos os castelos (inicialmente os portugueses, como é óbvio, mas também todos os castelos do mundo, do mundo “visível”, dito “real”, mas também do mundo da fantasia, que só existe no interior de cada um de nós). Falamos de utopias, de castelos idealizados como vida em comum, harmoniosa e fraterna, não dos castelos da violência, da ocupação, da usurpação e da prepotência. O castelo da defesa dos ideais. De Camelot, o castelo dos Cavaleiros da Távora Redonda, por exemplo”. Este ano vamos mais longe e, explorando o tema do western, entramos por terrenos bravios do Velho Oeste norte-americano, para, com base nas incipientes fortificações que por ali se ergueram em tempos de conquista da fronteira e de desbravamento de terras selvagens, muitas vezes ocupadas por índios que se viram espoliados pelos invasores, funcionaram igualmente como símbolo de um tempo e de um espaço.
Não se trata quase nunca do castelo tradicional, enquanto constituição militar, que foram raros, mas neste caso o castelo tanto podia ser uma missão religiosa transformada em forte, como foi o caso de “The Alamo”, como de uma caravana de colonos, fechada em círculo, resguardando-se de ataques adversos, como de uma aldeia mexicana, vítima da prepotência de bandos de pistoleiros saqueadores, ou de uma aldeia índia, a braços com agressores. Por vezes, uma única casa, perdida na planície, é o castelo de resistência de uma família de agricultores. Ou a diligência que atravessa os grandes espaços, exposta à fúria dos elementos e dos assaltantes. O castelo é, pois, o local de refúgio e resistência.
Para lá desse pequeno ciclo que relembra a importância do western que André Bazin considerou “o cinema americano por excelência”, haverá ainda sessões com animação para o público mais jovem, uma sessão com “Frei Luís de Sousa”, integrada no Dia do Autor Português”, e um pequeno workshop sobre “O que é o Cinema”, onde se tentará uma iniciação à linguagem cinematográfica e audiovisual.
Desde a segunda edição de “O Castelo em Imagens” que se alargaram os horizontes do festival e se criou o Concurso Nacional Escolar, dedicado aos jovens em idade escolar, do ensino básico ao superior, que quisessem expressar as suas artes e sensibilidades, os seus conhecimentos e a sua fantasia, em pintura, desenho, fotografia ou vídeo. Com o castelo como tema inspirador, o concurso nasceu, e em boa hora o fez, porque desde a primeira edição se mostrou uma certeza motivadora. Quaisquer que sejam os outros balanços que se possam fazer deste festival (e esperemos que sejam francamente positivos), esta afluência de obras de escolas e alunos de todas as regiões de Portugal (e igualmente de muitas outras partes do mundo onde há comunidades portuguesas, de Timor ao Brasil, da Europa à América!) é já uma realidade insofismável que coloca Portel no centro nevrálgico de uma nova aproximação do nosso património histórico, cultural e artístico que o “castelo” representa. E demonstra uma vez mais que só é preciso um pouco de imaginação para mobilizar jovens e docentes para novos e aliciantes projectos pedagógicos.
As obras concorrentes serão, como sempre, apreciadas por um Júri independente, que incorporará elementos de reconhecida idoneidade ligados ao campo da Cultura, do Cinema e do Audiovisual ou da História, escolhidos pela organização do Festival, e ainda outros convidados de Portel. Este ano estão previstas no Júri as presenças de Alice Vieira e Fernando Dacosta, escritores, Frederico Corado, realizador e encenador, Aurora da Conceição Carapinha, Delegada Regional de Cultura do Alentejo, Jorge Luís Marques Garcia, professor da Escola de Portel, e Patrícia Gomes da Silva, representante da Câmara Municipal de Portel. Teremos ainda outras actividades paralelas, como concertos a abrir e a fechar o certame, reunindo Anabela e Carlos Guilherme e o flamengo de Serva la Bari.

Lauro António
Director de “O Castelo em Imagens”


Programação:

Domingo, 20 de Maio de 2012
21,30 Espectáculo de Abertura: Concerto com Anabela, Carlos Guilherme 
e Banda do Lavre

Segunda-feira, 21 de Maio de 2012
10,00 ANIMAÇÃO: CLÁSSICOS DE ENCANTAR (Walt Disney), A Lebre e a Tartaruga, A
Deusa da Primavera, Crianças no Bosque, etc. M/ 4 anos.
14,00 WESTERN: OS SETE MAGNIFICOS (The Magnificent Seven), de John Sturges
(EUA, 1960), com Yul Brynner, Eli Wallach, Steve McQueen, Charles Bronson, etc.
125 m; M/ 12 anos.
21,30 WESTERN: A QUADRILHA SELVAGEM (The Wild Bunch), de Sam Peckinpah (EUA,
1969); com William Holden, Robert Ryan, Ernest Borgnine, etc. 140 m; M/ 12 anos.


Terça-feira, 22 de Maio de 2012
10,00 ANIMAÇÃO: CLÁSSICOS DE ENCANTAR (Walt Disney), O Príncipe e o Pobre, O
Flautista de Hamelin, O Rei Cole, Cavaleiro por um Dia, etc. M/ 4 anos.
14,00 WESTERN: FORTE APACHE (Fort Apache), de John Ford (EUA, 1948), com John
Wayne, Henry Fonda, Shirley Temple, etc. 127 m; M/ 12 anos.
21,30 WESTERN: JUSTICEIRO SOLITARIO (Pale Rider), de Clint Eastwood (EUA, 1985),
com Clint Eastwood, Michael Moriarty, etc. 111 m; M/ 12 anos.

Quarta-feira, 23 de Maio de 2012
10,00 ANIMAÇÃO: CLÁSSICOS DE ENCANTAR (Walt Disney), O Dragão Relutante, O
Touro Fernando, Golias, Johnny Semente de Maçã, etc. M/ 4 anos.
14,00 DIA DO AUTOR PORTUGUÊS: FREI LUIS DE SOUSA, de António Lopes Ribeiro
(Portugal, 1950); com Maria Sampaio, Maria Dulce, Raul de Carvalho, João
Villaret, Barreto Poeira, Tomás de Macedo, etc. 118 m; M/12 anos.
21,30 WESTERN: O HOMEM QUE MATOU LIBERTY VALANCE (The Man who Shot
Liberty Valance), de John Ford (EUA, 1962), com James Stewart, John Wayne, Vera
Miles, Lee Marvin, etc. 118 m; M/ 6 anos.

Quinta-feira, 24 de Maio de 2012
10,00 ANIMAÇÃO: CLÁSSICOS DE ENCANTAR (Walt Disney), Os Três Porquinhos, O Lobo Mau, Lambert, o Leão Ovelhudo, Os Três Mosrateiros, etc. M/ 4 anos.
14,00 WESTERN: SILVERADO, de Laurence Kasdan (EUA, 1985), com Kevin Kline, Kevin Kostner, Scott Glwenn, Danny Glover, etc. 127 m; M/ 12 anos.
17,00 OBRAS A CONCURSO
21,30 WESTERN: ALAMO, de John Wayne (EUA, 1960), com John Wayne, Richard
Widmark, Laurence Harvey, etc. 154 m; M/ 12 anos.

Sexta-feira, 25 de Maio de 2012
10,00 ANIMAÇÃO: CLÁSSICOS DE ENCANTAR (Walt Disney), A Lebre e a tartaruga, A
Deusa da Primavera, Crianças no Bosque, etc. M/ 4 anos.
14,00 WORKSHOP: “O que é o cinema?” – Lauro António e Frederico Corado
17,00 OBRAS A CONCURSO
21,30 WESTERN: OS PROFISSIONAIS (The Professionals), de Richard Brooks (EA, 1966),
com Burt Lancaster, Lee Marvin, Robert Ryan, Cláudia Cardinale, etc. 
112 m; M/ 12 anos. 

Sábado, 26 de Maio de 2012
14,00 WORKSHOP: “O que é o cinema?” – Lauro António e Frederico Corado
17,00 ENCERRAMENTO E ENTREGA DE PRÉMIOS
18,00 ESPECTÁCULO COM SERVA LA BARI E OS SEUS “AIRES FLAMENCOS”



terça-feira, 7 de junho de 2011

O CASTELO EM IMAGENS - OS PREMIADOS DE 2011

 :

Concurso Nacional Escolar “O Castelo em Imagens” 2011
 
Acta do Júri

Aos quatro dias do mês de Junho do ano dois mil e onze reuniu o júri do 8º Concurso Nacional Escolar “O Castelo em Imagens”, constituído por Alice Vieira que presidiu, Maria do Céu Guerra, Leonor Xavier, Aurora Carapinha, Jorge Garcia e Patrícia Gomes da Silva, para apreciar as obras a concurso, tendo este último elemento do Júri decidido ausentar-se na votação da 1ª categoria, no ensino básico, tendo regressado nas seguintes votações. Assim reunido, o Júri decidiu atribuir os seguintes prémios:

1º. Categoria de Desenho, Pintura e Banda Desenhada

Ensino Básico

Menções Honrosas:

1. À obra colectiva da turma D da Escola Básica do 1º Ciclo Luísa Ducla Soares, de Lisboa e orientado pela Prof. Sofia Reis, denominada “À descoberta do Castelo de S. Jorge”.

2. À obra colectiva da turma B da Escola Básica do 1º Ciclo Luísa Ducla Soares, de Lisboa e orientado pelo Prof. Miguel Nobre, denominada “A verdadeira história do Martim Moniz”.

3. A Francisco Manuel Simões, da Escola Básica com Jardim de Infância de Portel pela obra “O Castelo 1”.

4. Ao conjunto das obras da Escola Básica com Jardim de Infância de Portel, orientadas pela Prof. Angélica Nogueira.

Primeiro Prémio atribuído a Tatiana Raquel Chícharo Varela, da Escola Básica com Jardim de Infância de Portel, orientado pela Prof. Angélica Nogueira, pela obra “O castelo vermelho”.

Ensino Secundário

Menções Honrosas:

1. A Gonçalo Redondeiro, da Escola Secundária Rainha Santa Isabel, de Estremoz, orientado pela Prof. Vanda Amaral, pela obra “Alentejo”.

2. A João Pedro Borralho Anica, da Escola Secundária Rainha Santa Isabel, de Estremoz, orientado pela Prof. Vanda Amaral, pela obra “Berço da Liberdade”.

Primeiro Prémio atribuído a Maria Augusta Prates Raposo, da Escola Secundária Rainha Santa Isabel, de Estremoz, orientado pela Prof. Vanda Amaral, pela obra “Etiquetas”.

Ensino Universitário

O Júri decidiu não atribuir Primeiro Prémio nesta categoria.



2º. Categoria de Fotografia

Ensino Básico

Menção Honrosa a:

Rita Carvalho Amado, da Escola Básica 2/3 D. João de Portel, orientada pela Prof. Ana Margarida Santos, pela obra “Vou cortar as muralhas do castelo”.

Primeiro Prémio atribuído a Vera Cristina Quintas da Silva, da Escola Básica 2/3 D. João de Portel, orientada pela Prof. Ana Margarida Santos, pela obra “Vou proteger o meu castelo das tempestades”.


Ensino Secundário

Menções Honrosas:

1. A Nelson Gabriel Araújo Maciel, da Escola de Tecnologia e Gestão de Barcelos, pela obra “O turista”.

2. A Cátia Marina Fialho Garcia, da Escola Secundária Rainha Santa Isabel, de Estremoz, pela obra “O pedestal da nacionalidade”.


3. A Vera Lúcia Marques Sousa do Externato de Santa Clara, do Porto, orientada pelo Prof. Paulo Silva, pela obra “Espelho meu”.


Primeiro Prémio atribuído a Flávia Patrícia Teixeira Silva, do Externato de Santa Clara, do Porto, orientada pelo Prof. Paulo Silva, pela obra “Janelos”.


Ensino Universitário


O Júri decidiu não atribuir Primeiro Prémio nesta categoria.


3º. Categoria de Vídeo

Ensino Básico


O Júri decidiu não atribuir Primeiro Prémio nesta categoria.


Ensino Secundário

Menção Honrosa atribuída a Joana Maria Pola Paulo, da Escola Profissional EPRAL, Pólo de Estremoz, orientado pelo Prof. Hugo Marques, pela obra “The reality of dreams”.

Primeiro Prémio atribuído a Alex Sales de Oliveira, da Escola Profissional EPRAL, Pólo de Estremoz, orientado pelo Prof. Hugo Marques, pela obra “Belbellita – A lenda”.

Ensino Universitário
Primeiro Prémio atribuído à obra colectiva “O Diamante e o Calhau”, de Filipa Rodrigues, Sofia Rodrigues e Michel Filipe, orientados pelo Prof. Armando Coelho, da Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Portalegre.


O Grande Prémio de O Castelo em Imagens 2011

é atribuído à obra colectiva de vídeo dos alunos do 7º C da Escola Secundária de Figueira de Castelo Rodrigo, orientados pelo Prof. Paulo D’Alva, com o título “Oh Joana!!”

Não havendo nada mais a acrescentar, foi lida a presente acta que, depois de lida e aprovada, foi assinada por todos os membros do júri.

PALAVRAS DE APRESENTAÇÃO DO FESTIVAL


 :

_O CASTELO EM IMAGENS – 2011

Temos dito, e repetimos, que “O Castelo em Imagens” é um Festival à escala nacional, segundo as dimensões humanas desta bela cidade alentejana que o acolhe. É bom sentir esta planície, nesta terra de aparência pacata, onde se ouve o silêncio e se iluminam as ruas com a luz das estrelas. Queremos ser esta festa anual de cinema e de imagens, em redor do castelo. “O Castelo em Imagens” nasceu da ideia de homenagear e sublinhar a importância histórica, social, cultural, artística e cinematográfica do “castelo”. Emanou de um conjunto de vontades com interesses comuns à volta das muralhas de um castelo (o de Portel), de todos os castelos (inicialmente os portugueses, como é óbvio, mas também todos os castelos do mundo, do mundo “visível”, dito “real”, mas também do mundo da fantasia que só existe no interior de cada um de nós). Falamos de utopias, de castelos idealizados como vida em comum, harmoniosa e fraterna, não dos castelos da violência, da ocupação, da usurpação e da prepotência. O castelo da defesa dos ideais. De Camelot, o castelo dos Cavaleiros da Távora Redonda, por exemplo.
O castelo tradicional tem uma constituição militar, relembra a guerra, quase sempre a barbárie, mas repare-se que o castelo nunca foi arma de arremesso, mas sim de defesa. O castelo, enquanto construção militar tradicional, não sai do seu sítio, não avança, não invade. Defende quem nele se acoita. O castelo é mais um símbolo de resguardo, de protecção, de socorro, do que um ícone de opressão. Toda a História é muito relativa, sobretudo porque escrita ou narrada quase sempre do ponto de vista do vencedor, mas, a uma primeira vista, o castelo não viola, não agride.
Mas o mundo vai mudando e os castelos também com o andar dos séculos. Antes eram construções militares incrustadas no alto de montes, que permitiam vigiar em redor e acolher em caso de assalto. Hoje em dia os castelos são outros, não se vêem nem de longe, nem de perto, guardam o seu poder estratégico no espaço etéreo, e da mesma forma que defendem o seu poder e ordem estabelecidos, investem e agridem na sombra dos teclados, nos burburinhos das bolsas, estabelecem a sua força e violentam com o rating, são manipulados por bancos e banqueiros, arrastam o mundo para convulsões financeiras e económicas que destroem países, e quase nunca se sabe qual o rosto dos senhores da guerra. Eles estão um pouco por todo o lado, da Europa aos EUA, da China à Índia, da Indonésia ao Japão. Estão onde está o capital que não conhece nações nem ideologias. Estão onde o lucro se quer mais rápido e mais excessivo. Exploram em seu nome, exibindo as mais pérfidas e hipócritas justificações. Estes não são castelos de aventuras galantes ou de justiceiros imaculados. Nesta edição de 2011 abordamos dois tipos de castelos: os de Robin Hood, onde se luta pelos mais fracos contra os mais corruptos, e os castelos da nossa crise actual, onde apenas se busca a multiplicação do lucro. Curiosamente, quatro títulos, todos americanos, fornecem-nos pistas curiosas para debater este tema que diz respeito a todos e a todos atinge. Os castelos são outros, as abordagens terão de ser novas. Já não se sobe por escadas para as muralhas nem se tenta forçar a porta principal com aríetes. As estratégias têm de ser outras. Quais? Eis o que fica à imaginação do leitor, mas julgo que quem com a realidade virtual ataca, com esta terá de ser atingido.
Na segunda edição de “O Castelo em Imagens” alargaram-se os horizontes, e criou-se o Concurso Nacional Escolar, dedicado aos jovens em idade escolar, do ensino básico ao superior, que quisessem expressar as suas artes e sensibilidades, os seus conhecimentos e a sua fantasia, em pintura, desenho, fotografia ou vídeo. Com o castelo como tema inspirador, o concurso nasceu, e em boa hora o fez, porque desde a primeira edição se mostrou uma certeza motivadora. Mais de quatrocentos concorrentes, muitos e bons trabalhos incitaram-nos a prosseguir. E progredir. Quaisquer que sejam os outros balanços que se possam fazer deste festival (e esperemos que sejam francamente positivos), esta afluência de obras de escolas e alunos de todas as regiões de Portugal (e igualmente de muitas outras partes do mundo onde há comunidades portuguesas, de Timor ao Brasil, da Europa à América!) é já uma realidade insofismável que coloca Portel no centro nevrálgico de uma nova aproximação do nosso património histórico, cultural e artístico que o “castelo” representa. E demonstra uma vez mais que só é preciso um pouco de imaginação para mobilizar jovens e docentes para novos e aliciantes projectos pedagógicos.
Nesta oitava edição, tal como nas anteriores, serão atribuídos um Grande Prémio e três Primeiros Prémios, um por cada categoria etária, num total de nove Prémios, assim distribuídos: A. Desenho ou Pintura (a) Básico; b) Secundário; c) Universitário); B. Fotografia (a) Básico; b) Secundário; c) Universitário); e C. Vídeo ou DVD (a) Básico; b) Secundário; c) Universitário). Os Prémios serão atribuídos aos concorrentes, em nome individual. A cada um corresponderá ainda, para lá do prémio pecuniário, uma estatueta e um diploma. Às escolas cujos alunos tenham sido premiados serão igualmente concedidos diplomas.
As obras concorrentes serão apreciadas por um Júri independente, que incorporará elementos de reconhecida idoneidade ligados ao campo da Cultura, do Cinema e do Audiovisual ou da História, escolhidos pela organização do Festival, e ainda outros convidados de Portel. Este ano estão previstas no Júri as presenças de Alice Vieira e Leonor Xavier, escritoras, Maria do Céu Guerra, nome maior da arte teatral em Portugal, Aurora da Conceição Carapinha, Delegada Regional de Cultura do Alentejo, Jorge Luís Marques Garcia, professor da Escola de Portel, e Patrícia Gomes da Silva, representante da Câmara Municipal de Portel.
Para lá do concurso, das secções especiais, e das sessões infantis, teremos ainda actividades paralelas, como dois prometedores concertos, a abrir e fechar o certame, Ricardo Soler e The Crow. Por detrás desta iniciativa contámos, como sempre, com o patrocínio da Câmara Municipal de Portel,
e o seu entusiasmo, na pessoa do seu Presidente, Dr. Norberto Patinho, e demais colaboradores, entre os quais é justo destacar o empenho de sempre da Dr.ª Patrícia Gomes da Silva, que vem acompanhando esta iniciativa desde a sua primeira edição. Agradece-se ainda o apoio do Programa de Cooperação Transfronteiriça España-Portugal.
Lauro António
Director de “O Castelo em Imagens”

sábado, 21 de maio de 2011

O CASTELO EM IMAGENS 2011 Programação

O CASTELO EM IMAGENS 2011
Programação


Segunda- feira, 30 de Maio de 2011
10,00
Animação: TOY STORY 3, de Lee Unkrich (EUA, 2010); Animação; 103 minutos; M/ 6 anos.
14,30
Os Castelos em Robin dos Bosques: AS AVENTURAS DE ROBIN DOS BOSQUES (The Adventures of Robin Hood), de Michael Curtiz, William Keighley (EUA, 1938); com Errol Flynn, Olivia de Havilland, Basil Rathbone, Claude Rains, 90 minutos; M/ 6 anos.
21,30
Cerimónia de abertura.
CONCERTO com Ricardo Soler e Portugal Acústico

Terça- feira, 31 de Maio de 2011
10,00
Animação: SININHO SALVA AS FADAS (Tinker Bell and the Great Fairy Rescue), de  Bradley Raymond (EUA, 2010); Animação; 76 minutos; M/ 4 anos.
14,30
Os Castelos em Robin dos Bosques: A FLECHA E A ROSA (Robin and Marian), de Richard Lester (EUA, 1976); com Sean Connery, Audrey Hepburn, Robert Shaw, Richard Harris, Nicol Williamson, etc. 106 minutos; M/ 12 anos.
21,30
Os Castelos da Nossa Crise: HOMENS DE NEGÓCIOS (The Company Men), de John Wells (EUA, 2010); com Ben Affleck, Maria Bello, Tommy Lee Jones, Chris Cooper, etc. 104 minutos; M/ 12 anos.

Quarta- feira, 1 de Junho de 2011
10,00
Animação / Os Castelos em Robin dos Bosques: ROBIN DOS BOSQUES (Robin Hood), de Wolfgang Reitherman; com (vozes): Brian Bedford, Peter Ustinov, Phil Harris, Terry-Thomas, etc. 83 minutos; Classifi cação etária: M/ 6 anos;
14,30
Os Castelos em Robin dos Bosques: ROBIN HOOD: HERÓIS EM COLLANTS (Robin Hood: Men in Tights), de Mel Brooks (França, EUA, 1993); com Cary Elwes, Richard Lewis, Roger Rees, Dom DeLuise, Mel Brooks, etc. 104 minutos; M/ 12 anos.
21,30
Os Castelos da Nossa Crise: INSIDE JOB - A VERDADE DA CRISE (Inside Job), de Charles Ferguson (EUA, 2010); 120 minutos; M/ 12 anos;

Quinta- feira, 2 de Junho de 2011
10,00
Animação: COMO TREINARES O TEU DRAGÃO (How to Train Your Dragon ), de Dean DeBlois, Chris Sanders (EUA, 2010); Animação; 98 minutos; M/6 anos.
14,30
Os Castelos em Robin dos Bosques: ROBIN HOOD: PRÍNCIPE DOS LADRÕES (Robin Hood: Prince of Thieves), de Kevin Reynolds (EUA, 1991); com Kevin Costner, Morgan Freeman, Mary Elizabeth Mastrantonio, Christian Slater (Will Scarlett), Alan Rickman, etc. 145 minutos; M/ 12 anos; Estreia em Portugal: 15 de Agosto de 1991.
18,00
VÍDEOS A CONCURSO
21,30
Os Castelos da Nossa Crise: CAPITALISMO: UMA HISTÓRIA DE AMOR (Capitalism: A Love Story), de Michael Moore (EUA, 2009); com Michael Moore, etc. 127 minutos; M/ 12 anos;

Sexta- feira, 3 de Junho de 2011
10,00
Animação: SHREK PARA SEMPRE! Ou SHREK 4 (Shrek Forever After), de Mike Mitchell (EUA, 2010); Animação; 93 minutos; M/6 anos.
14,30
Os Castelos em Robin dos Bosques: ROBIN DOS BOSQUES (Robin Hood), de Allan Dwan (EUA, 1922); Intérpretes: Douglas Fairbanks, Wallace Beery, Sam De Grasse, Enid Bennett, etc. Duração: 127 minutos.
Com introdução de Lauro António sobre Cinema Mudo.
18,00
VÍDEOS A CONCURSO
21,30
Os Castelos da Nossa Crise: NAS NUVENS (Up in the Air), de Jason Reitman (EUA, 2009); com George Clooney, Vera Farmiga, Anna Kendrick, etc. 109 minutos; M/ 12 anos;

Sábado, 4 de Junho de 2011
10,00
Animação: SHREK PARA SEMPRE! ou SHREK 4 (Shrek Forever After), de Mike Mitchell (EUA, 2010); Animação; 93 minutos; M/6 anos.
14,30
Os Castelos em Robin dos Bosques: ROBIN HOOD, de Ridley Scott (EUA, Inglaterra, 2010); com Russell Crowe, Cate Blanchett, Max von Sydow, William Hurt etc. 140 minutos; M/ 12 anos.
21,30
Atribuição dos Prémios do Concurso Nacional Escolar.
Cerimónia de encerramento.